segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gente de Merda

Ao lerem isto, não se ofendam. Pode manchar um pouco a minha escrita, mas é para as pessoas que querem estragar a minha vida a todo o custo com mentiras, calúnias e afirmações bacocas, sem nunca o terem conseguido, espero que compreendam. Obrigado.

Eu nem sou apologista
de todas as ofensas verbais
Mas desta vez nem acredito,
desta vez foi demais

Só por amar alguém
e esse alguém me chame
não tenho culpa da vossa solidãonem de que ninguém vos ame

Depois de toda a asneira
já nem tenho paciência
pr'a aturar gente de merda
sem nenhuma inteligência

Tudo o que agora dizes
sem nunca lavares a boca
quando pronunciares o meu nome
pensa que toda a àgua que usaste foi pouca

Podes até dizer
que és melhor do que eu
mas o meu corpinho fraco
mais de uma vez te venceu

Depois de uma merda
vem logo outra atrás
como uma nunca vem só e tu és tótó
eu sei que lhe chamas "cocó"

Podes chamar-me o que quiseres
mas eu só me chamo Paulo
lembra-te quando puderes
tens cara da quinta pata do cavalo

Se é que entendes
esta poesia é agressiva
é para que bem entendas
que esta caneta é fodida

Dizem que por aí são betinhos
para os lados de Lisboa
eu não me acredito nisso
mas tu és zero como pessoa

Escolheste mal o dia
porque hoje estás sem sorte
escolhesses outra via
nem que fosse a via Norte

E no fim de tudo isto
vamos a ver quem mais riu
que o que eu vou dizer não te ofenda
mas vai para a PUTA QUE TE PARIU

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